Saudações,
O uso do hífen sempre foi um problema sério. Perguntas do tipo: quando usar, como usar, esta palavra precisa de hífen? Pois, para tentar dirimir tais questões típicas do ser humano normal e usuário da linguagem escrita, escrevo este texto sobre o tema. Como há diversos usos para o dito ‘tracinho’, dividi o tópico em diversos posts. Para inaugurar o assunto no blog, vou direto ao causador de tal situação que mencionei acima: o uso do hífen junto ao prefixo ‘anti’.
OBS: Se você não sabe o que é um prefixo, nem continue lendo. Vá ao dicionário, busque o significado do verbete e depois volte aqui, combinado? OU Mande-me um e-mail e posso explicar, numa boa.
Continuando.
A regra para o uso deste sinal gráfico aliado ao prefixo mencionado é bastante simples, apesar de causar confusão. O ideal é memorizar quais as letras que a palavra que recebe o prefixo deve iniciar-se e que precisam do hífen. De acordo com o Manual de Redação e Estilo do jornal O Estado de São Paulo, de autoria de Eduardo Martins, qualquer palavra cuja primeira letra seja r, s ou h e for precedida por ‘anti’ deve receber o hífen. Ex.: anti-semita; anti-rábico; anti-séptico; anti-histamínico.
Ocorrem outros casos, porém, há algumas observações a serem feitas. Quando estamos falando de uma idéia adversativa, ou contrária, em português mais claro, substituindo a palavra ‘contra’, o hífen é necessário. Ex.: anti-Bush; anti-Clinton; anti-EUA.
Em breve postarei mais textos sobre o uso do hífen em outras situações.
Até o próximo texto!
Um abraço,
1 resposta Até agora ↓
Débora // Setembro 4, 2008 às 4:15 pm |
Parabéns pelo blog, tirou várias dúvidas!!!
Um abraço